Eu tinha umas asas brancas
O nome da página, aparentemente um pouco estranho, resulta de uma lembrança de infância. Muito pequena ainda, recitava poemas ao uso da época, nas festas de família.
De repente, quando comecei a pensar em publicar algumas das muitas coisas que fui escrevendo ao longo dos anos, surgiu-me de imediato este poema (os mistérios da memória…. ) de Almeida Garrett,
“As Minhas Asas”
Quero aproveitar para dizer que a ordem das publicações não é necessariamente cronológica.
Um pouco, salvo a imodéstia, à Lobo Antunes.
De trás para frente e da frente para trás.
Será mais estimulante para o leitor conseguir juntar as pontas. E, para mim, será mais fácil escrever de acordo com as lembranças, e ao correr da pena.
Seja muito bem vindo a este espaço.
Leia e desfrute, com alegria:

Sobre a autora
… resultado de muitas noites de insónia. E pesquisa, nas minhas notas, das minhas vivências.

Trova do vento que passa
Escrevo sobre experiências, acontecimentos, conversas avulsas, presenciais ou ouvidas na rua, nos cafés, na praia, ou até em sonhos “sonhados”.

Vá para fora cá dentro
Este slogan, muito usado no ano de 74, ano da revolução, em que era preciso gastar dinheiro no país e não lá fora, veio para ficar. Portanto este título representa todas os passeios que fui fazendo no país, ao longo destes quase 50 anos.

Sobrevoando
Sempre que possível, ao longo dos anos, fomos dando os nossos passeios. Uns pequenos, outros maiores. Começarei por partilhar breves impressões dos passeios mais recentes, que são os que estão mais presentes na memória. Até regressar às viagens que fizemos durante os primeiros anos de casamento.

Caldo de cultura
Resumos de exposições, de acontecimentos culturais, pequenas visitas ou espectáculos visionados ao vivo ou on-line. Momentos que iluminaram a minha vida e, quem sabe, poderão também iluminar a sua.

A vida dos outros
Aqui pode encontrar entrevistas, histórias de vida de pessoas simples ou ilustres, a quem reconheço valor pessoal, ou que fizeram (e fazem) parte da minha vida.
